Sem compasso de espera

Houve um tempo em que achei que ficar “sentada à beira do caminho”,
esperando um amor ausente voltar era o melhor que o universo planejava para mim.
Por tempo demais permaneci nesta espera.
Por vezes, meu coração dava sinais de cansaço e dizia: é melhor deitar e dormir.
Era como se, ao adormecer o sentimento, o vazio se aquietasse também.
Por vezes, meu coração dava sinais de vida e dizia: vamos viver!
Nestes momentos, eu quase me permitia singrar novos mares, mergulhar em outros oceanos.
Até que algo disparava dentro de mim.
Um alarme.
Um estrondo.
E o que nem chegava a ser vontade, minguava sob a sombra da “espera”.
Até você aparecer.

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