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Aline Elaine de Lima Fagundes

Meu primeiro livro, Ensaios sobre uma vida, publicado em 2010, começou a ser escrito em meados de 1993, com o título provisório de O pequeno livro de sonetos. Quando, em 1994, resolvi inscrever-me no concurso “Joias da Poesia”, realizado pela Academia de Letras e Música do Brasil, concorrendo com Minha mãe, minha vida, que foi uma das finalistas. E foi ela quem foi receber a premiação, pois em função de uma oferta de trabalho, mudei-me para São Luís – MA. Já estava morando fora quando, no mesmo ano, outro concurso chamou-me a atenção.

Dessa vez era um concurso de ensaios, contos e crônicas. O que era um problema para mim, pois até então, só havia escrito poesias. 

 Não havia tempo hábil para eu “aprender” a escrever de outra forma e ainda me inscrever no concurso. Para facilitar, resolvi escrever sobre algo que eu conhecia muito bem e assim surgiu Suplícios de uma saudade. Achei que havia ficado pessoal demais e voltei pra São Luís sem me inscrever no tal concurso.

Nos quase três anos que morei lá, escrevi compulsivamente. Muito se perdeu com o tempo. Os originais foram escritos em folhas de caderno, guardanapos, pedaços de papel. Juntei o que restou – dos papéis e de minha vida – e voltei para Brasília e para minha família. De volta ao lar em 1996, concluí minha graduação em Comunicação Social e entrei para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, onde trabalho até hoje.
De lá pra cá muita coisa mudou. Minha “visão de mundo” mudou. Meu olhar ingênuo e romântico sobre as “coisas do coração” modificou-se – hoje um pouco menos ingênuo talvez, um pouco mais romântico, quem sabe?!
Continuo escrevendo sobre o amor, talvez esta seja a minha forma de tentar compreender esse sentimento. Ou talvez, esta seja a minha forma de viver esse sentimento. Alguém pode perguntar quem sou eu pra falar de amor. Eu sou a soma dessas páginas e de outras que foram rasgadas ou perdidas. Alguém que já se apaixonou tão intensamente, que chegou a sentir dor física. Alguém que sorriu, chorou, se apaixonou, amou, sofreu, se divertiu, brincou, acertou, errou como tantos outros. Mas sobreviveu pra contar a história.
Essa história e muitas outras são contadas nos meus livros. Realidade ou ficção, pouco importa. Experiências próprias, de amigos ou conhecidos servem de inspiração. E, ao longo desses anos, essas experiências vêm sendo escritas de um modo muito particular, com muito cuidado e, sobretudo, com muito amor.

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